segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

De volta

Sim, eu voltei.

Não, não quero nada. Leitoras (e leitores) serão sempre bem vindos, mas não é por isso que voltei a escrever aqui. Esse meu pseudônimo vinha precisando se libertar. depois de diversas crises de personalidade, finalmente ele começa a ser alguém.

Onde isso vai dar?

Não faço a mínima, mas é bem capaz de sair mais barato que mais uma sessão de terapia. Com a vantagem adicional de que talvez eu consiga aproveitar algum texto aqui para ganhar dinheiro, ou melhor, para impressionar alguma mulher. O que vier primeiro, não faço muita distinção quanto a essas benesses nesse momento.

Estou numa fase bem escrota, para ser sincero. Estou cheio de idéias, mais do que cabem na minha cabeça, só que completamente sem tempo para escrever...

Sim, eu sei, eu sei. Se não tenho tempo para escrever as coisas que devem ser escritas, por que cargas d'água vou reativar um blog após três anos?

Simplesmente porque eu sou louco, eu não presto e não tenho nenhuma noção do perigo. E sou hiperativo. Despejando aqui um pouco da sujeira que vai na minha mente, eu bem que posso começar a conseguir escrever as outras coisas.

Só como registro, estão aqui, encafifados e prontos pra sair:

Acho que fecho um livro de poesias (umas 100 páginas até o carnaval), outro livro de contos, que acho que termino nesse mesmo período. Ainda estão na lista um romance passado no Brasil dos anos 30 e outro nos anos 50. Um outro, de ficção científica, passado na virada do século em um país qualquer da América do Sul. Ainda fica na lista, talvez um pouco mais adiantado um livro erótico. Quem sou eu para não tentar aproveitar um pouco dessa onda de que mulher também gosta de ler putaria.

Deve ter mais coisa vindo por aí, mas por hoje o vomitório é só esse.

Até daqui a pouco... pode ser que isso comece a ficar bom uma hora.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Disfarces

Sob cada rosto alguém se esconde, assim desses que não se revela nem no espelho. Sorrimos, brincamos, brigamos. Somos nós. Ou não. A cada um me moldo de uma maneira. Sempre eu, mas nunca o mesmo. Só a mim mesmo, quando fecho os olhos, me vejo por completo. Um caleidoscópio de eus. Emoções mil, misturadas, trituradas, processadas e remontadas de acordo com quem falo, com quem vivo, com quem amo.
A cada um dou uma face, e a outra também. Algumas são escolhidas por quem bate ou beija. Outras eu escolho.
Para qual você olhará?

sexta-feira, 21 de maio de 2010

domingo, 17 de maio de 2009

Voltando...

...a ter vontade de escrever aqui.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Já é Natal...

...e aqui faz frio. Era pro sol estar rachando ali fora, mas o destempero do clima que vínhamos parcelando todos esses anos trouxe uma chuva safada. E com ela, o frio...
Não é o Natal dos filmes, com neve e motivo pra nos entupirmos de avelãs, nozes e outras coisinhas que não acho que combinem com nosso tropical-way-of-life.
Mas nem era isso que eu gostaria de comentar, não necessariamente... só deixar uma questão. Existe tesão intelectual?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Me irrita...

...pessoas que terminam a frase com um "entendeu?" Ainda mais quando o tom de voz subestima a inteligência alheia.

Vontade de jogar pela janela!

domingo, 15 de junho de 2008

Confiável e acessível

São duas palavrinhas que, ao lado de bonachão, eu carrego comigo desde sempre. Tirando algumas poucas mulheres, normalmente as pudicas, que, ao conseguirem ler a verdade em meus olhos, trocam de calçada, quase todas me dão algum tipo de atenção e confiam em mim.
Ontem, ao entrar num salão de gafieira para matar a saudade de um pouco de dança, a terceira menina com quem dancei ficou conversando comigo, como se nos conhecêssemos há tempos. Uma facilidade muito grande de entendimento... talvez porque eu, ali, era apenas alguém querendo dançar, sem intenção de cantar ou ser cantado... pelo puro prazer da dança. Pensei até em, ao me despedir antes do que eu planejava, pedir o telefone da mocinha. Mas depois pensei que isso poderia quebrar o encanto... deixei ao acaso a possibilidade de tornar a ver os olhos doces da mocinha morena.
Hoje cedo, ao sair para trabalhar, encontro uma amiga de décadas (cada vez mais linda), que me conta que conheceu alguém que me conhece. Entre conversas sobre mundo pequeno e coincidências, ela começa a me confidenciar que terminou o relacionamento de meia dúzia de anos e contar como está com medo de se envolver novamente
Engraçado como desperto a confiança nas pessoas...
Deve ser porque ando por aí de peito aberto, sem reserva nenhuma...
Deve ser...